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Archive for the ‘Isto não é uma crítica!’ Category

Uma boa dose de mercado de trabalho.

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Pode admitir: essa frase é daquele tipo que causa medo e alegria quando se lê. Bom, para mim – fã de  clássicos do terror oitentista – causou.

Mais um clássico do cinema de horror norte-americano produzido nos anos 80 será refilmado. Desta vez, as crianças maléficas de A Colheita Maldita voltarão às telas, com a produção da Dimension Films.

O roteirista Ehren Kruger (de ambos os filmes da franquia O Chamado e A Chave Mestra) foi contratado para escrever a adaptação do conto de Stephen King que deu origem ao filme de 1984. “Ehren quer pegar pesado”, Bob Weinstein, chefe da Dimension, à Variety. “É popular em Hollywood retomar projetos antigos, mas na maioria das vezes são apenas cópias do original. Vamos trazer algo novo à história”, concluiu o produtor. (redação cineclick)

Medos:

[1] roteirista de “O Chamado”

[2] vamos trazer algo novo à história…

Bom, quanto a alegria, ela é meio obvia. Uma infância, quase inteira, alugando vhs de filmes de terror toda semana causa uma nostálgia medrosa. Ainda mais sendo uma criação do mestre (para quem não sabe, é o Stephen King).

Vamos ver se vai ficar tão pastelão quanto “Fredy X Jason”.

Estreia nesta sexta feira, 28, Anticristo, o novo filme do diretor dinamarquês Lars von Trier. Desta vez, o cineasta investiu em um filme de terror, fugindo do seu estilo habitual, já visto em produções como Os Idiotas e Dogville . O primeiro segue as regras do projeto Dogma 95, criado por Lars e Thomas Vonterberg, que contém regras a serem seguidas, como: ausência de cenário, sem efeitos especias fotográficos e os filmes não devem ter um gênero específico.
Porém, o diretor fugiu da ideia do projeto ao fazer seu novo filme, que causou controvérsias ao ser exibido no Festival de Cannes – alguns vaiaram e saíram antes do término da sessão e outros aplaudiram a obra. E tão polêmica quanto seu filme foi a declaração de Lars sobre seu trabalho: ” Eu sou o melhor diretor de filmes do mundo”, declarou com firmeza.
(matéria da CULT, agosto/2009)
Saindo do CineEsquemaNovo (edição 2008) eu disse em resposta a uma afirmação sobre Glauber Rocha, a qual não me recordo: “mas todo diretor de cinema é egocêntrico, alguns fingem que não, mas todos são.”

(se você está a pensar que isto será uma crítica ao filme, ao diretor, ou qualquer outra coisa do tipo, PARE DE LER!)
Sim, em um ponto a humanidade converge: Diretores de cinema são quase sempre egocêntricos.
Das poucas certezas que temos em nossa vida, como morrer, essa ganha destaque.
Sua assimilação é tão fácil e de tal alcance, que aqui termina o post.


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